19.4.06

Por um debate de ideias...

Este blog é um espaço de apresentação e discussão de ideias. Foi esse o ponto de partida da candidatura e essa será sempre a postura adoptada na edição deste Diário de Campanha.

Ainda que até ao momento não tenha sido feita a moderação de comentários, uma vez que não se pretendia censurar as opiniões aqui expressas, importará salientar que os editores deste blog se reservam o direito de não aceitar comentários anónimos contendo ataques individuais. Não é intuito deste espaço ser uma plataforma para acusações não fundamentadas e injuriosas.

Repetimos, este é um espaço de apresentação e discussão de ideias, em nome da centralidade académica e de uma efectiva cultura de participação.

PS: A opção alarga-se, naturalmente, em permanência, a comentários que tenham sido inseridos em posts anteriores

31 Comments:

At 19/04/06, 18:52, Anonymous Anónimo said...

Efectivamente era bom que não houvesse tentativa de boicote do Blog. Sugiro como participante que se respeitem as regras de boa educação e nada de ataques pessoais.

Queria aqui relançar um post do prof.
"Parece-me que não consegui exprimir perceptivelmente o meu pensamento: apenas pretendia dizer que numa universidade, que deve ser também UM ESPAÇO DE LIBERDADE,me parecia inconcebível que as pessoas receassem exprimir com dignidade e justeza as suas opiniões, ainda por cima num período pré eleitoral, de debate de ideias.Mas infelizmente parece que assim não é e alguma razão haverá em tantos comentários no mesmo sentido.
Aceito os reparos que anónimamente me são feitos e informo que não desconhecia as lamentáveis situações concretas que são referidas.
Não me vou pronunciar sobre o candidato em que votarei, porque pertencendo ao colégio eleitoral em que o voto é secreto e havendo dois candidatos, não me parece eticamente correcto anunciar publicamente o sentido do meu voto"
Henrique Barreto Nunes

 
At 19/04/06, 19:43, Anonymous Anónimo said...

A candidatura do Professor Moisés é vitoriosa a partida e mesmo antes de sabermos o resultado. Foi possível esclarecer alguns mal entendidos e principalmente informar e alertar todos aqueles que por uma ou outra razão não se tinham apercebido do actual estado das coisas.

O nosso agradecimento
e aguardamos pelo resultado vitorioso.

 
At 19/04/06, 20:42, Anonymous Anónimo said...

O professor faz aqui uma afirmação que me deixa perplexo e que me parece não ser coincidente com o conjunto do seu comentário.Se conhecia as "lamentáveis situações concretas" não deveria estranhar tantos comentários no mesmo sentido reafirmado a FALTA DE LIBERDADE e outras práticas impróprias da Academia e de pessoas de bem.Mais, seria caso para perguntar, e então professor, se sabia que atitude tomou?Sem me querer substituir a Henrique Barreto Nunes, penso que é apenas um lapso e onde escreveu NÃO DESCONHECIA teria querido escrever NÃO CONHECIA.
De qualquer forma, saiba caro professor, que o seu colega Moisés Martins não faria certamente as afirmações que fez, mesmo considerando a circunstância de ser candidato se não tivesse conhecimento adequado.Mesmo assim foi bastante comedido, digamos mesmo politicamente correcto.Tal não se pode pedir a quem neste Blog tenta fazer eco das injustiças, das prepotências e atropelos de que é vitima, embora seja exigível,decoro e dignidade e a não fulanização injuriosa.Nesse contexto, e para melhor se sentir informado pode Henrique Barreto Nunes consultar a Provedoria de Justiça, os Tribunais Administrativos, a CMVM, os Sindicatos e até o gabinete do Exmo. Reitor e ficará com uma ideia das queixas que já foram apresentadas por alguns homens e mulheres que apesar de tudo não calaram a indignação.Acontece que como é costume nestas andanças legais, por vezes arrastam-se anos pelas secretárias de quem tem por oficio decidir e outras como é frequente no digno Reitor ficam sem qualquer resposta, ao arrepio da própria lei e da nobre obrigação de ser isento e justo.Como exemplo ainda há pouco tempo a UM foi condenada num processo que datava de há mais de um ano por grosseira violação de normas administrativas que na altura própria simplesmente ignorou e voltou a ignorar posteriormente

 
At 19/04/06, 22:01, Anonymous Anónimo said...

Nota- Em vês de CMVM deve ler-se CNPD-comissão Nacional de Protecção de dados.

 
At 19/04/06, 22:40, Anonymous Anónimo said...

Quem aqui ataca pessoas não esta interessado em mudanças nem em debater ideias mas sim de boicotar o blog. A ideia como alias se pode ver é descredibilizar e vem de alguem que faz parte do sistema e que deve estar muito incomodado com a existenca deste blog.

 
At 19/04/06, 23:44, Anonymous Anónimo said...

Sou aluno desta universidade e estou abismado com o que estou a ler...A discussão deveria ser séria e não ofensa gratuita dirigida a qualquer responsável desta universidade. Os ataques anónimos dirigidos a qualquer pessoa deveriam ser banidos destes blog. O ?animador? deste blog também gosta de lançar as suas acusações ou suspeições. É pena que não exista coragem suficiente para que as pessoas assumam os seus actos.

Como alguém dizia é fácil atirar as pedras e esconder as mãos. Até nós alunos fazemos melhor, existem dezenas de blogs de alunos e estas anarquias não existem.
Temos discussões sérias e todas as pessoas têm de estar registadas no blog e assim a anarquia não existe.

Deve existir interesse de alguém em lançar suspeição nas diversas pessoas que aqui são citadas...

 
At 19/04/06, 23:55, Anonymous Anónimo said...

Caro aluno, a sua sugestão é positiva.
Só não se perecebe porque não teve coragem para assumir a sua opinião. Onde está a sua coerência?

 
At 20/04/06, 00:01, Anonymous Anónimo said...

É a mesma que a sua. Como animador do blog tambem assina? prefere fazer as suas pressões como tem feito nas nossas reuniões lá do instituto?

 
At 20/04/06, 00:35, Anonymous Anónimo said...

somos alunos mas não somos estúpidos...gostei particularmente dos discursos que escreverem para os meus colegas que foram para a RGA. Estavam lá alunos que nem sabiam ler os textos sobre bolonha com aquelas palavras díficeis.

 
At 20/04/06, 00:59, Anonymous Anónimo said...

''Não é intuito deste espaço ser uma plataforma para acusações não fundamentadas e injuriosas.''

Interessante, mas só funciona num sentido. os anónimos que aqui escrevem não têm respeito por ninguém, nem pelo bom nome da Instituiçao.

 
At 20/04/06, 00:59, Anonymous Anónimo said...

Bom se não sabiam ler os textos então não deviam ser alunos da UM nem de Academia nenhuma.Mas deve estar a falar de si próprio.Ao que parece queria dar um recado, dê quantos lhe apetecer mas seja coerente para entendermos aquilo que quer.Já agora pode informar quem é o "animador do blog"ou também é mais uma jogada do tipo chama canário ao gato a ver se ele canta.

 
At 20/04/06, 13:05, Anonymous Anónimo said...

1. Seria bom que, quem quer "brincar" um pouco, o fizesse pelos seus próprios meios e não em blog alheio.
2. Relembro o que aconteceu com o blog de Júlio Machado Vaz: a partir de certa altura, os comentários começaram a ser tão estúpidos que teve de instalar algum tipo de "censura" contra gente que não era do seu "maralhal". Não estou a apelar a ela, creio até que, se o Prof. Moisés for eleito, devia manter alguma forma de as pessoas poderem expressar as suas críticas de forma anónima e livre, pois a liberdade de expressão paga-se caro nesta e noutras Universidades.Mas seria bom que não se tentasse estragar o que nasceu de forma tão saudável.

Anónimo, é claro, porque a liberdade não mora aqui e ainda não chegou o tempo de entregar completamente o meu corpo ao sacrifício.

 
At 20/04/06, 17:13, Anonymous Anónimo said...

Infelizmente, enquanto as eleições não forem directas (embora com pesos distintos para os diferentes corpos da Universidade), tudo isto é um exercício de sublimação das frustrações que a infeliz gestão desta instituição trouxe a esta comunidade. Os membros do colégio podem dizer o que quiserem mas são coniventes com o ambiente podre que se vive hoje. Já se sabe á partida que o Reitor seguinte já está eleito. Houve tempo de sobra para manobrar quem tem direito de voto. Penso que os ataques anónimos ou não que aqui se fazem funcionam apenas como válvulas de escape de quem se vê impotente perante tamanha arrogância, prepotência e impunidade desta reitoria e seus acólitos.

 
At 20/04/06, 18:46, Anonymous Anónimo said...

É absolutamente necessário ter em mente que as probabilidades de a actual equipa ser deposta é minima. O que não quer dizer que não cresça um movimento de opinião LIVRE e critica(+ ou -) a actual Reitoria...
A instuição deve seguir o caminho certo, e não o mais populista ou que crie mais impacto nos media...Nem pode ser motivo de desconfianças, de jogos de poder menos claros e ILEGAIS...
A instuição (no seu todo) rejeita a mentira, o uso do poder abusivo como forma de conter opiniões menos favoráveis.A prova é a rejeição destas politicas por parte da maior parte dos seus colaboradores,(esquecidos) que repudia os planos fantasmagóricos que se prevêm,internamente . Sim porque quem lê os Jornais vê um paraiso onde ele não existe. Se o que de bom se tem feito nesta casa tem concerteza o cunho do EXMO (nem sempre) a verdade é que outra boa parte é feita com base no mérito de alguns que alheios a estas politicas conseguem trabalhar(alheios porque o estatuto dentro da UM o permite). Mas porque carga de água é preciso ser nulo de opiniões, ou concordar para se poder trabalhar?
Votaria no candidato que não se preocupa com os planos dos outros (em aniquila-los) nem tenta rebaixá-los mas que apresente planos capazes de fortalecer a instituição em todas as suas frentes e recrie uma instituição mais forte e um exemplo de Civismo, transparência... e acima de tudo, uma instituição Democrática e aberta a novas ideias independentemente de onde elas venham...
É obvio que só existe uma alternativa, a candidatura do Professor Moisés.
Termino dizendo que me cria grande tristeza não ouvir algumas pessoas que considero respeitáveis e justas omitir a sua opinião(seja ela qual for) neste ou noutro espaço.
O que por si só demonstra que se prevêm tempos dificeis a acreditar num resultado menos favorável para o Professor Moisés.

Obrigado pela oportunidade criada para contidamente me expressar...

 
At 20/04/06, 19:44, Anonymous Anónimo said...

Nunca ninguém perdeu um jogo, antes de o jogar.Se queremos mudança há que lutar por ela.A não ser assim, então nem valia a pena haver eleições.Se acreditamos que o prf Moisés é a pessoa indicada, há que ajudar o candidato e não o fazemos com um discurso simpático , mas derrotista.

 
At 20/04/06, 19:51, Anonymous Anónimo said...

Este Jogo está viciado.
Espero ainda assim estar enganado...
O professor Moisés já venceu...nunca mais aquele tempo...as coisas vão mudar de qualquer maneira, independentemente do resultado das eleições.
Que vença o melhor
O Professor Moisés

 
At 20/04/06, 21:39, Anonymous Anónimo said...

A entrevista do Prof. Moisés Martins ao Correio do Minho foi um ponto de partida. Agora é importante que a mensagem do Prof. Moisés Martins chegue ao maior número de alunos possível.
Tanto o Jornal Académico da Associação Académica como a Radio Universitária do Minho (RUM) poderiam prestar este nobre serviço à comunidade académica, promovendo um debate aberto de ideias.
Apesar de ambos os orgãos de comunicação social serem dirigidos pelo ex-Presidente da AAUM que há 4 anos apoiou o actual Reitor (e agora foi nomeado por este administrador delegado da RUM), espera-se que tenham liberdade e independência para levar a cabo a missão de informar e esclarecer a comunidade discente.

 
At 21/04/06, 01:58, Anonymous Anónimo said...

Nao é de confiança...Tem sido muito atacado pelos blogs dos nossos estudantes...da comunicação social...

 
At 21/04/06, 02:14, Anonymous Anónimo said...

Este Jogo está mesmo muito viciado.
Espero ainda assim estar enganado...
O professor Moisés já venceu...nunca mais aquele tempo...as coisas vão mudar de qualquer maneira, independentemente do resultado das eleições.
Que vença o melhor mesmo o melhor
O Professor Moisés

 
At 21/04/06, 09:32, Anonymous Anónimo said...

«O que lá se passa é o faroeste da Rede:insultos, ataques pessoais,injúrias, boatos,citações falsas, denúncias, tudo constitui um caldo cultural que não é novo, porque assenta na tradição nacional da maledicência,mas a que a Rede dá a impunidade do anonimato»
José Pacheco Pereira no jornal "Público" em artigo intitulado «A fauna das caixas dos comentários», no dia 20 de Abril

 
At 21/04/06, 11:07, Anonymous Anónimo said...

Pese embora a minha pouca habilidade para as letras faço alguns comentários.


O Blog só será util se as pessoas mais do que demonstrarem que sabem ler e escrever se focarem no essencial.

Para mim este deverá ser um espaço de debate (porque não anónimo?) de ideias sobre o que deve ser a Universidade (não tanto sobre o que esta não deve ser). Como em tudo é necessário pensar o estrutural. No caso do Homem é o fortalecer a mente/espírito, para a Universidade o projecto: a crença, ou se quiserem o sentimento profundo a propósito do nosso compromisso com todos os outros.

Quem é crente não se preocupa com a sua liberdade, mas sim com o cumprimento da missão que escolheu. A isto chama-se ter espírito de Missão. Procura-se um candidato que pense assim.

Quanto a mim a discussão deverá começar por propor mudanças ao nível do ADN da própria Universidade, ficando-me hoje por um primeiro tópico a este respeito.

1º tópico de discussão - a Missão da Universidade.

Aqui refiro-me aos compromissos estruturais da Universidade:

Quem sabe a Missão da Universidade do Minho? No site da U.M. não há qualquer informação. E, mesmo que lá estivesse devolvia a questão: quantos a conhecem ou partilham? Poucos... nenhuns.. Como poderemos participar num projecto de que desconhecemos o essencial?!

Nota: Refiro-me a visão, a valores e compromissos de largo esprectro- termos. Palavras pesquisadas na FAQ da página da UM, igualmente, sem resposta. Com a palavra Missão acontece o mesmo..

Estrategicamente a questão é clara. A missão tem de ser formalizada (escrita),divulgada e partilhada por todos (mesmo pelos que estão em desacordo).

Vamos imaginar uma Igreja com muitos fieis (até empenhados), mas em que poucos conhecem, partilham ou praticam a palavra do seu Deus. Ou mesmo um exército onde o que interessa são as questões operacionais tácticas.. Estes serão projectos feridos à partida porque não buscam o estrutural. Isto é o que me parece que acontece na nossa U.M., ONDE SE CONFUNDE RAZÃO COM O EXERCÍCIO DA RAZÃO. É aqui que reside o verdadeiro engano dos tecnocratas.NA UNIVERSIDADE DO MINHO CONFUNDE-SE (FREQUENTEMENTE) RAZÃO COM O EXERCÍCIO DA RAZÃO.


Se as questões estratégicas forem um tópico interessante para os frequentadores deste blog, prometo continuar com o assunto. Por agora fico-me por aqui.

Um forte abraço a todos.
PVC

 
At 21/04/06, 22:53, Anonymous Anónimo said...

Há 4, 5, 6, 7 anos a UMNet era um espaço livre onde fluiam opiniões, sugestões, ideias... Onde, quando alguém achava necessário, se criticava.
Mas um dia, o poder de hoje, que antes também tinha criticado o poder de então nesse fórum, não quis ser incomodado. E silenciou a academia. Certamente convicto que assim seria mais fácil governar (ou manobrar ?)
Também durante 48 anos o País esteve silenciado. Mas vozes houve que nunca se calaram. Identidades que se alteraram. Gente anónima que se empenhou para que há 36 anos a liberdade voltásse.
Agora, alguns têm criticado este blog, incomdádos com as criticas e com o anonimato de quem as faz.
Mas não deveriam antes sentirem-se incomodados com o silicenciamento que foi decretado na UM?!
Pois fica aqui um desafio a esses criticos. Que promovam um "abaixo-assinado" para que termine a censura na UMNet, de forma que esta discusão de ideias se faça entre portas e com os seus próprios rostos.
Terão coragem para isso? Façam-no aqui! Peçam ajuda ao Pacheco Pereira...

 
At 22/04/06, 00:07, Anonymous Anónimo said...

(A diferença á que aqui estamos todos registados....)

Urgente!

Vai ocorrer uma Reunião Geral de Alunos (RGA) hoje, às 15h00, no Auditório A1 (Complexo Pedagógico 1). O professor Moisés Martins precisa do nosso voto para poder discursar na reunião. Agradecemos a comparência.

http://csocial.blogspot.com/2006/04/urgente.html

 
At 22/04/06, 00:11, Anonymous Anónimo said...

«O que lá se passa é o faroeste da Rede:insultos, ataques pessoais,injúrias, boatos,citações falsas, denúncias, tudo constitui um caldo cultural que não é novo, porque assenta na tradição nacional da maledicência,mas a que a Rede dá a impunidade do anonimato»
José Pacheco Pereira no jornal "Público" em artigo intitulado «A fauna das caixas dos comentários», no dia 20 de Abril

AGORA NESTE BLOG MODERAM O ANÓNIMOS OU SEJAM SÓ PUBLICAM O QUE QUEREM E CONTROLAM AS OPINIÕES.

 
At 22/04/06, 09:29, Blogger universidade plural said...

Este comentário foi removido por um gestor do blogue.

 
At 22/04/06, 12:34, Anonymous Anónimo said...

Chama-se a isto muita falta de vergonha na cara.Claro que não podia ser de outra forma vindo de onde vem.O sistema é velho e os autores não o sendo têm os tiques de outros tempos, então apontam aos outros o que são as suas próprios práticas.Táctica velha mas infelizmente renascida em mentes novas com anomalias democráticas.Tenho pena, imensa pena que estas pessoas venham aqui apenas para este exercício e não para expor as suas ideias, opiniões ou propostas, enfim tudo o que o um pensamento livre pode produzir.Infelizmente nem um único comentário nesse sentido.Porque será?

 
At 25/04/06, 23:01, Anonymous Ivo Domingues said...

Olá Moisés:

Há algum tempo que alimento a curiosidade de que aqui vir tomar um olhar, mas a cadência do tempo e a sucessão dos compromissos sempre tidos por inadiáveis tem atrasado esta visita.
Aqui deixo o meu contributo para o debate da academia:

1. O anonimato que esconde e revela. Muitos dos comentários já registados são protegidos por declarado anonimato. Não me merecem, por isso, juízo pejorativo, mas sinto que devem estimular reflexão sobre as estruturas de gestão e as representações sociais de cidadania organizacional e de segurança ontológica.
2. Racionalizar é preciso - A gestão universitária carece de racionalização materializável por diversos meios:

a) optimização dos processos, adopção de procedimentos que normalizem práticas e reduzam a incerteza;todos nós conhecemos histórias de injustidicada infecicácia e insuspeita ineficiência;
b) A avaliação extrena da universidade e dos seus projectos formativos é pobre contributo para a sua melhoria e nem a integração nas equipas de especialistas estrangeitros alterará esta realidade porque à avaliação falta um referencial, modelo de gestão que guie a apreciação;
c) simplificação de processos, incluindo a redução da hierarquia e a sujeição dos processos a análise de valor para identificar e eliminar actividades que apenas aumentam os custos operacionais e acrescentam valor simbólico ao cargo de quem as executa;
d) adopção de estratégia formativa conduzida por ideário que, apoiado na conjugação de curriculos manifestos e curriculos ocultos e na concertação da actividade de diversos corpos sociais, promova adequadas práticas de cidadania para formar cidadãos de sucesso;
e) adopção e reprodução de valores sociais que ergam barreiras à corrupção e favoreçam a competitividade nacional, materilizados no combate institucional à fraude escolar; três em cada quatro alunos reconhecem copiar quando precisam e esta realidade não devia deixar ninguém dormir descansado;
f) apoiar a investigação orientada para satisfação de necessidades sociais e para a exploração de oportunidades, dando prioridade ao patenteamento e à oferta sustentada de serviços;
f) apostar na articulação institucionalmente discutida do eixo visão-missão-estratégia e adoptar plano de marketing estratégico, simultanemanete plural e concertado, porque integra todas as escolas e porque deve explorar o sábio princípio da sinergia, que permita fazer pela universidade aquilo que ela merece.

Que não falte ânimo à jornada nem imaginação à estratégia. Na tua actividade de liderança do ICS, pude constatar que possuis, em suficiente dose, a ousadia para correr riscos, a teimosia para perseguir objectivos e a coragem para justificados confrontos. Acho que também sabem conviver com a solidão institucional. São boas qualidades e que correspondem a requisitos para o exercício de cargos de alta gestão.Faltam as condições de possibilidade que a acção desenha e afeiçoa quando guiada por convicções que procuram realizar o bem comum.

Ivo Domingues
ICS/UM

 
At 28/04/06, 16:20, Anonymous Anónimo said...

Bom dia
Ao escrever neste blog de apoio ao Prof. Moisés, gostaria de exprimir tudo ou quase tudo o que eu penso desta Universidade que também é nossa. A nossa segunda casa, talvez para alguns a primeira. Como pessoa honesta, honrada, competente e coerente gostaria que a nossa Universidade fosse um local de trabalho e pesquisa onde todos nos sentíssemos bem. Mas neste momento não é nada disso, peço a quem ganhar as eleições, que seja mais humano, não se vire só para o barco mas também para os marinheiros mais simples e desprotegidos, aqueles que o fazem navegar a todo o pano, sem sobressaltos e não aqueles que só querem dar ordens e distribuir tarefas, por favor agradecia que não caísse nos mesmos erros anteriores, porque sem marinheiros um barco anda a deriva sem definir a sua rota. Entre a marinhagem instalou-se o receio, o medo e a revolta, circulam os boatos, as ameaças veladas, um crescente mal-estar. Neste grande barco que é a Universidade qualquer dia haverá mais timoneiros que marinheiros, sem marinheiros como irá deslocar-se para chegar a um bom porto? As acções punitivas entre o comando e a relé, para dar bom exemplo e ordem, para todos saberem quem manda, com sobrancearia, no alto do seu pedestal, sabendo que nunca erra e raramente se engana, recorrendo muitas vezes aos impropérios, à má educação, à coacção psicológica e uma das vezes à coacção física. Também sei que há marinheiros que prevaricam, mas esses são poucos, talvez a esses, uma boa reprimenda com boa educação e colocá-los no lugar, fazendo-os ver que a sua conduta é repreensível e portanto deveriam mudar de atitude. Dentro de um barco há várias categorias de marinheiros, marinheiros de 2ª e de 1ª e comando que comporta, o(s) imediato(os) e o comandante. Sabendo que o barco tem três conveses, todos trabalham para o mesmo, mas há alguns que são mais iguais que os outros, em privilégios e regalias, o convés de comando é exemplo disso em relação aos outros conveses, que estão governados pelos imediatos e capatazes escolhidos a dedo pelo comandante, como homens ou (mul?.) da sua confiança, sabendo que muitos deles passaram por cima da hierarquia interna, por serem novatos no comando do navio, não tendo muitos deles, nem educação, nem suplementos da instrução, (psicologia e sociologia) e nem experiência de vida. Em relação à relé, é sistematicamente massacrada todos os dias, com novas tarefas, com novos objectivos e novos comportamentos e ainda por cima é avaliada por baixo para não destoar, mas destoa, em relação aos procedimentos do convés de comando. Pergunto! Será bom continuar nesta conversa ou ficar por aqui!
Parece que vamos ter um novo Comandante! Espero que olhe, com olhos de ver para os marinheiros mais desprotegidos e pobres. Boa sorte comandante!
Todos trabalhamos para o dono do barco, muitos se esquecem disso e pensam que o navio é deles e que o governam a seu belo prazer. Estão errados, devem ser punidos por isso e avaliados pelas suas acções de comando, erradas ou boas!
A marinhagem deve contribuir para avaliação do seu imediato ou seus imediatos e também para a eleição democrática do seu comandante!

 
At 30/04/06, 11:12, Anonymous Anónimo said...

Este comentário foi removido por um gestor do blogue.

 
At 30/04/06, 22:45, Anonymous Anónimo said...

Este comentário foi removido por um gestor do blogue.

 
At 30/04/06, 22:50, Anonymous Anónimo said...

Este comentário foi removido por um gestor do blogue.

 

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