26.4.06

Sessão de apresentação da candidatura

Na sequência do anúncio da candidatura, Moisés Martins decidiu convidar toda a Academia para uma sessão (que inclui debate), na qual explicará as razões que o levam a candidatar-se, enunciará as grandes linhas do que se propõe fazer como Reitor e apresentará alguns compromissos nos quais se empenhará de imediato, uma vez eleito.
É o seguinte o teor da mensagem que difundiu hoje mesmo, através da UM-net:

"A toda a Universidade do Minho

Caros docentes, funcionários e alunos,

Amanhã, quinta-feira, dia 27 de Abril, pelas 15 horas, em sessão pública, vou apresentar à Academia a minha candidatura a Reitor da Universidade do Minho.
Esta sessão far-se-á no Anfiteatro 2102 do Complexo Pedagógico 2 do Campus deGualtar.
Convido-vos todos a participar.
As melhores saudações.
Moisés de Lemos Martins".

4 Comments:

At 27/04/06, 18:46, Anonymous Anónimo said...

Teria gostado imenso de ir. Não pude.Deve ter havidos muitos mais como eu.

 
At 27/04/06, 23:03, Anonymous Anónimo said...

Não pode ou não o deixaram ir?
É impressionante a falta de coragem das pessoas. Ninguém se quer comprometer com nada.

 
At 28/04/06, 14:11, Anonymous Helena Martinho said...

Ter ido ou não à apresentação da candidatura (e eu estive lá solidariamente) mais que um acto de coragem, foi uma afirmação de cidadania.
Um péssimo exercício da mesma é presumir a falta de coragem de outros anonimamente.

Helena Martinho

 
At 28/04/06, 15:33, Anonymous Anónimo said...

Eu também não pude ir. Acredito que haverá muitos como eu a ter pena de não ter podido ir. Tal não significa falta de dignidade.
Depois o anonimato é uma exigência democrática. Não entendo porque terá que ser algo tão mal entendido neste blog..
Então querem voltar às votações de braço no ar?!

Conheço mal o Professor Moisés, confesso que até o percebo com dificuldade (desvantagens da
formação em engenharia?!),contudo gostaria de ter ido à sessão de divulgação, quanto mais não fosse porque considero que
ele é o exemplo da coragem que falta aos portugueses.

Quanto à sua forma de encarar o futuro da UM, embora não esteja em desacordo
do ponto de vista formal com as suas ideias, penso que existe demasiado idealismo. Agora me lembro, no preciso momento em que escrevo estas palavras, que há 40 anos atrás haveria muitos a dizer que conceder às mulheres a capacidade de exercerem o seu direito de voto, era "demasiado idealismo".. O mesmo para a democracia.. Tal mudança só foi possível porque houve que quem acreditasse que valia a pena lutar por isso. Então talvez seja isso que falta à UM, isto é a bondade de um conjunto de homens e mulheres que acreditem num ideal (plural), numa utopia que seja, chamem-lhe o que quiserem, mas que estejam dispostos a participar na construção do futuro, não se limitando a passar pela vida como por um quarto de hotel. Não sei, confesso ter que pensar melhor sobre o assunto..

Termino fazendo um apelo à compreensão e á vivência democrática. No meu entender os que aqui participam ( em especial todos os apoiantes do Prof. Moisés) têm por obrigação dar o exemplo (o melhor), começando por aceitar o outro como ele é, partindo da
ideia do que é um sentir verdadeiramente aberto a todos e por isso plural. Desapego e
aceitação meus amigos! Só deste modo poderão estar objectivamente abertos a todas as ideias e às ideias de todos.

VCP

 

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